terça-feira, 8 de setembro de 2009
CURSO DE CAPACITAÇÃO EDUCAÇÃO DIGITAL - LINUX
Estou finalizando o CURSO DE CAPACITAÇÃO para utilização do LINUX com os colegas da minha escola. Estou muito satisfeita, aprendi inúmeras novidades na era digital, criei meu Blog, descobri vários programas para pesquisas, onde posso estar colaborando com o processo ensino-aprendizagem dos alunos, entre outros. O blog é uma forma de comunicar-me com outros profissionais, trocar idéias e criar novas amizades. Estou apta para receber idéias, e quem sabe deixar as minhas...
domingo, 30 de agosto de 2009
A TV E A ESCOLA
Percebe-se que nem é preciso levar o televisor até a sala de aula para que a TV esteja presente na escola, pois a cultura televisiva surge em comentários entre alunos e professores sobre determinados programas e personagens. Algum desenho de preferência das crianças, um fato bom ou ruim destacado pelos telejornais, uma competição esportiva do momento e até mesmo cenas de um capítulo de novela são exemplos de como a programação televisiva apresenta-se em outros momentos que não somente naqueles em que se assiste a ela.
Pensa-se também que esta cultura televisiva é inútil e que, até mesmo, chega a atrapalhar o bom andamento da aprendizagem escolar. Quando muito, ao se falar em TV na escola, pensa-se em programas “educativos”, no sentido mais tradicional do que se entende por este termo, desconsiderando-se que “educativo” pode ser tudo e qualquer coisa presente no meio social, inclusive na TV, a depender das relações que se estabeleçam com ela.
Neste sentido é que a TV presente na escola passa necessariamente pela ampliação da consciência de todos – educadores e educandos – de que as informações disponíveis nos meios de comunicação fazem parte do processo de construção de conhecimentos, embora, na maioria das vezes, de forma inconsciente e até inconseqüente. Por isso, contemplar a programação televisiva para a pauta educativa das escolas requer alguns exercícios por parte dos educadores para que viabilizem processos de ensino e aprendizagem positivos.
Pensa-se também que esta cultura televisiva é inútil e que, até mesmo, chega a atrapalhar o bom andamento da aprendizagem escolar. Quando muito, ao se falar em TV na escola, pensa-se em programas “educativos”, no sentido mais tradicional do que se entende por este termo, desconsiderando-se que “educativo” pode ser tudo e qualquer coisa presente no meio social, inclusive na TV, a depender das relações que se estabeleçam com ela.
Neste sentido é que a TV presente na escola passa necessariamente pela ampliação da consciência de todos – educadores e educandos – de que as informações disponíveis nos meios de comunicação fazem parte do processo de construção de conhecimentos, embora, na maioria das vezes, de forma inconsciente e até inconseqüente. Por isso, contemplar a programação televisiva para a pauta educativa das escolas requer alguns exercícios por parte dos educadores para que viabilizem processos de ensino e aprendizagem positivos.
QUEM SOU EU?
MARIA DE FÁTIMA SCHWEITZER WAGNER, filha de LAURO SCHWEITZER e ADELINA AUGUSTA DA SILVA SCHWEITZER, nasci no dia 13 de setembro no município de Alfredo Wagner, estado de Santa Catarina. Tenho duas filhas maravilhosas. Quando ainda jovem fiz o magistério e logo me efetivei como professora de Séries Multisseriadas. Mais tarde consegui a remoção para a Escola de Educação Básica Silva Jardim. Amava muito lecionar, mas saí para exercer outros cargos na secretaria da escola. Fiz a Faculdade de Pedagogia e a Pós-Graduação. Trabalho na educação há aproximadamente 35 anos. Anos de muita luta e dedicação por isso, sinto-me realizada. A educação é um processo lento e complexo, porém significativo. Quando crescemos em educação, faz-se necessário que melhoremos nossas atitudes, nossas convivências, nosso comportamento diante das diferentes situações da vida.
Atualmente trabalho como Assistente Técnico Pedagógico, no período noturno. Adoro meu trabalho, meus colegas de trabalho, gosto de estar na escola (EEB. Silva Jardim)
Sou uma pessoa alegre, de bem com a vida, não me estresso por pouca coisa.
Sou feliz por ser quem sou e me realizo com o que tenho.
Atualmente trabalho como Assistente Técnico Pedagógico, no período noturno. Adoro meu trabalho, meus colegas de trabalho, gosto de estar na escola (EEB. Silva Jardim)
Sou uma pessoa alegre, de bem com a vida, não me estresso por pouca coisa.
Sou feliz por ser quem sou e me realizo com o que tenho.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO
A introdução dos computadores no ensino Fundamental e Médio não é conseqüência de um modismo. O computador surge como um meio auxiliar alternativo de ensino, um recurso a mais. Muito se tem dito, ultimamente, sobre a utilização do computador na educação como um meio de minorar os problemas evidenciados pelos baixos índices de desempenho dos alunos no processo ensino-aprendizagem e os altos índices de evasão e repetência. O essencial, o mais importante é compreender do que efetivamente se trata. Nem toda forma de utilização do computador na educação se presta igualmente bem. Algumas formas de utilização são mais adaptadas a certos objetivos educacionais, outras se prestam melhor a outras finalidades pedagógicas. Mas, ao final, quase todo emprego do computador na educação pode trazer resultados pedagogicamente corretos. Há pessoas que acreditam na possibilidade de que antes do final deste século os estudantes venham a receber toda a sua instrução através de computadores, sem absolutamente nenhum contato com professores vivos. Chegará o dia em que os computadores ensinarão melhor do que seres humanos, porque computadores podem ser bem mais pacientes e bastante ajustados às diferenças individuais. Com afirmações desse tipo, esses defensores da introdução do computador na escola, ou mesmo da substituição da escola pelo computador, atrapalham a causa daqueles que, preocupados com a qualidade e a eficiência do ensino que é ministrado em nossas escolas, investigam a melhor maneira de fazer com que o computador contribua para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
Acredito que o professor jamais será substituído pelo computador, o professor usa o emociona, a afetividade na conquista de seus alunos.
Acredito que o professor jamais será substituído pelo computador, o professor usa o emociona, a afetividade na conquista de seus alunos.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Reflexão sobre o vídeo Do sonho aos ares de Santos Dumont
ATIVIDADE SOBRE O VIDEO
O filme demonstra que devemos estar em constante mudança na nossa vida, deixando o velho para trás e dando lugar a coisas novas, que tragam situações de proveito. Interagindo com o novo, estamos sempre em contato com informações novas damos chance a nós mesmos e a outros que tenham recomeço o que possibilita sucesso profissional e pessoal. Desafios encontramos todos os dias em jornada, então temos que seguir adiante com perseverança, conquistar o sucessos e nos realizar profissionalmente e pessoalmente. Ao assistir o filme de Santos Dumont, compreende-se como é intensa, frequente e de toda época a aquisição do conhecimento e a busca pelo sucesso. Percebe-se que o conhecimento é construído e tem sido constantemente reformulado ao longo da história. A tecnologia, em sua evolução, contribui para um preparo eficiente de experimentos e descobertas. Assim, vivenciando a evolução tecnológica, a informática é instrumento de trabalho que sistematiza e aprofunda o conhecimento, possibilitando a interligação de pessoas, temas e pensamentos fazendo com que os acontecimentos sejam conhecidos e estudados, De forma geral, o ser humano modificou-se com o uso contínuo da informática. Pode-se dizer que mais rápido evoluiu. Os alunos têm a oportunidade de valorizar seus trabalhos e seu aprendizado, enquanto o professor pode explorar diversos conteúdos que repassados em sala de aula, aperfeiçoam o ensino-aprendizagem. Acessa-se a internet com bastante frequência, tanto para pesquisas didáticas como para comunicações interpessoais. Há momentos de bate-papo, como também para solucionar dúvidas de forma virtual. Está provado que a informática serve a todos, desde a criança em pleno letramento, já que por intermédio do lúdico, que também lá existe, pode sentir-se influenciada no saber do dia a dia. Serve á pessoa de mais idade que tem seu saber aumentado ou reciclado. Serve ao aluno, ao professor, ao profissional liberal, á dona de casa. A troca de informações de usuário cada vez mais numerosos, que lotam salas virtuais de bate-papo, não são mais limitadas a mensagens por e-mail e também não são mais restritas a alunos. Cada vez mais educadores utilizam listas de discussões, os grupos, no qual integrantes compartilham conhecimento e trocam informações e experiências de interesse coletivo. Podemos dizer que a tecnologia em sua evolução contribui para o avanço das descobertas e da condição humana. Ao incentivar o uso das tecnologias, da informática como um instrumento do ensino-aprendizagem nas atividades dos educadores e alunos, no contexto dos conteúdos de sala de aula ou extracurriculares, não nos limitamos a poucos recursos, deixa-se de lado a banalização de informações contribuindo-se com a criatividade, com a construção de um conhecimento sistêmico dentro do processo de aprendizagem que interage com a interpretação, a compreensão, a participação e a aplicação dos conhecimentos.
O filme demonstra que devemos estar em constante mudança na nossa vida, deixando o velho para trás e dando lugar a coisas novas, que tragam situações de proveito. Interagindo com o novo, estamos sempre em contato com informações novas damos chance a nós mesmos e a outros que tenham recomeço o que possibilita sucesso profissional e pessoal. Desafios encontramos todos os dias em jornada, então temos que seguir adiante com perseverança, conquistar o sucessos e nos realizar profissionalmente e pessoalmente. Ao assistir o filme de Santos Dumont, compreende-se como é intensa, frequente e de toda época a aquisição do conhecimento e a busca pelo sucesso. Percebe-se que o conhecimento é construído e tem sido constantemente reformulado ao longo da história. A tecnologia, em sua evolução, contribui para um preparo eficiente de experimentos e descobertas. Assim, vivenciando a evolução tecnológica, a informática é instrumento de trabalho que sistematiza e aprofunda o conhecimento, possibilitando a interligação de pessoas, temas e pensamentos fazendo com que os acontecimentos sejam conhecidos e estudados, De forma geral, o ser humano modificou-se com o uso contínuo da informática. Pode-se dizer que mais rápido evoluiu. Os alunos têm a oportunidade de valorizar seus trabalhos e seu aprendizado, enquanto o professor pode explorar diversos conteúdos que repassados em sala de aula, aperfeiçoam o ensino-aprendizagem. Acessa-se a internet com bastante frequência, tanto para pesquisas didáticas como para comunicações interpessoais. Há momentos de bate-papo, como também para solucionar dúvidas de forma virtual. Está provado que a informática serve a todos, desde a criança em pleno letramento, já que por intermédio do lúdico, que também lá existe, pode sentir-se influenciada no saber do dia a dia. Serve á pessoa de mais idade que tem seu saber aumentado ou reciclado. Serve ao aluno, ao professor, ao profissional liberal, á dona de casa. A troca de informações de usuário cada vez mais numerosos, que lotam salas virtuais de bate-papo, não são mais limitadas a mensagens por e-mail e também não são mais restritas a alunos. Cada vez mais educadores utilizam listas de discussões, os grupos, no qual integrantes compartilham conhecimento e trocam informações e experiências de interesse coletivo. Podemos dizer que a tecnologia em sua evolução contribui para o avanço das descobertas e da condição humana. Ao incentivar o uso das tecnologias, da informática como um instrumento do ensino-aprendizagem nas atividades dos educadores e alunos, no contexto dos conteúdos de sala de aula ou extracurriculares, não nos limitamos a poucos recursos, deixa-se de lado a banalização de informações contribuindo-se com a criatividade, com a construção de um conhecimento sistêmico dentro do processo de aprendizagem que interage com a interpretação, a compreensão, a participação e a aplicação dos conhecimentos.
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